
<aside> <img src="/icons/alert_red.svg" alt="/icons/alert_red.svg" width="40px" />
PONTOS DE ATENÇÃO
</aside>
Entre o final do dia de ontem (9) e a manhã de hoje (10), a imprensa, por meio de editoriais e colunistas, adotou um tom de maior ceticismo em relação aos resultados esperados para o evento global. A linha editorial em geral converge na abordagem dos desafios da COP30 em superar a descrença sobre avanços, em tirar metas do papel e em realmente dar o passo da ação e da implementação.
<aside> <img src="/icons/news_green.svg" alt="/icons/news_green.svg" width="40px" />
IMPRENSA NACIONAL 🟢 Positivo 🟡 Neutro 🔴 Negativo
</aside>
Editorial do Estadão afirma que, embora o lema da COP30 seja “implementação”, o encontro repete o ciclo de “metas grandiosas, retórica apocalíptica e perspectivas modestas”. O texto defende que o legado de Belém deve ser o de trocar “a culpa pela eficiência e o moralismo pela engenharia”, já que, do contrário, as COPs “continuarão sendo o mais caro ritual de boas intenções do planeta”.
O podcast O Assunto (g1) desta segunda-feira (10) discute sobre o TFFF, fundo que pretende “transformar a preservação de florestas em lucro”. Um dos idealizadores da primeira versão do plano, Tasso Azevedo conversou com a jornalista Natuza Nery sobre como o plano, explicando como ele deve funcionar e por que é considerado inovador. O podcast Notícia no Seu Tempo (Estadão) desta segunda-feira (10) afirma que COP30 começa com desafio de superar descrença sobre avanço.
As críticas do presidente Donald Trump em suas redes sociais sobre suposto desmatamento causado pela construção de infraestrutura para a COP30 foi manchete de diversas matérias de veículos nacionais.
A COP sob o signo do ceticismo