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PONTOS DE ATENÇÃO
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- Entre ontem e hoje, os povos indígenas voltaram a aparecer como um dos eixos centrais da cobertura. A imprensa nacional destacou que a Marcha dos Povos pelo Clima reuniu cerca de milhares de pessoas em Belém com críticas aos combustíveis fósseis, bandeiras da Palestina, delegações da África e da Ásia e a presença de Greta Thunberg.
- A presença das ministras Marina Silva e Sonia Guajajara na marcha também foi destaque na imprensa. Matérias repercutiram o discurso de abertura feito por Marina, ressaltando a defesa da criação de um mapa do caminho para eliminar os combustíveis fósseis e citando a redução do desmatamento na Amazônia. Também repercutiu na imprensa o anúncio feito pelas duas ministras ontem, 14/11, quanto aos próximos passos para a regularização territorial e para as demandas apresentadas pelo povo Munduruku.
- A Marcha também foi destaque na imprensa internacional. O jornal britânico The Guardian enfatizou que esse foi o primeiro grande protesto do lado de fora das negociações climáticas anuais desde a COP26, há quatro anos, em Glasgow. Veículos internacionais também destacaram o bloqueio indígena Munduruku na entrada da COP30 ontem, 14/11, e declarações de Sonia Guajajara defendendo a demarcação como política climática, além de análises sobre impasses nas negociações.
- O monitoramento nas redes sociais mostra que o debate sobre a COP30 segue estruturado principalmente no eixo Energia, Amazônia e petróleo, com destaque para o protesto dos Munduruku na bluezone, críticas à segurança e à organização da conferência, tentativas do governo de projetar protagonismo internacional e críticas ao presidente Lula. Nos últimos dias, o volume de menções recuou com a maior centralidade do Projeto Antifacção na agenda política, mas a esquerda continua sendo o campo que mais produz posts sobre a COP30, enquanto a direita concentra a maior parte das interações nas principais plataformas.
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IMPRENSA NACIONAL 🟢 Positivo 🟡 Neutro 🔴 Negativo
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A imprensa destacou a Marcha dos Povos pelo Clima, que reuniu cerca de 50 mil pessoas em Belém, com a presença de movimentos sociais, organizações indígenas, artistas e ativistas do Brasil e do exterior. Também salientou que o ato combinou protesto político e intervenções artísticas para exigir justiça climática, proteção da Amazônia e o fim dos combustíveis fósseis. Os destaques incluem a defesa da demarcação de terras indígenas pelo grupo Suraras do Tapajós, presença de máscaras de Chico Mendes, a continuidade dos protestos do Povo Munduruku, o boneco de Lula “bebendo” petróleo, a escultura de Trump chamada “Praga Laranja”, o “funeral” dos combustíveis fósseis, o trem da transição energética, além de bandeiras da Palestina e presença de delegações da África e da Ásia.
Movimentos realizam Marcha Mundial pelo Clima em Belém | CNN Brasil
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