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PONTOS DE ATENÇÃO
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- Neste domingo, tanto a imprensa nacional quanto a internacional seguiram dando destaque à Marcha dos Povos pelo Clima. As publicações ressaltaram a força do ato, seu papel de pressão sobre a conferência e enfatizaram tanto os pedidos pelo fim dos combustíveis fósseis quanto as críticas à exploração na Margem Equatorial.
- Sobre os balanços da conferência até o momento e as expectativas para a fase final, a coluna de Miriam Leitão em O Globo ressaltou que houve avanços relevantes, destacando a estratégia do Brasil para a rápida aprovação da agenda, o que teria colocado a conferência em movimento e permitido que vários itens fossem concluídos. A jornalista também considerou um avanço as declarações do governo sobre a construção de um mapa do caminho para reduzir a dependência de combustíveis fósseis.
- Já na imprensa internacional, destaque à falta de avanços decisivos, com países ainda em impasse sobre financiamento e metas climáticas. Os balanços também apontaram a presença recorde de lobistas e a ausência dos Estados Unidos como marcas desta edição da conferência.
- Nas redes, o debate segue amplamente estruturado pelo eixo Energia, Amazônia e Petróleo, com tentativas de vincular a COP às ideias de “fiasco” e “vergonha mundial”, que amplificam ponderações recentes da ONU sobre a organização do evento; somam-se a isso acusações de greenwashing e insinuações de distanciamento entre indígenas e o governo baseadas em vídeos pontuais que conseguiram tração. Também houve destaque à participação das ministras Marina Silva e Sônia Guajajara na Marcha pelo Clima. Além disso, conteúdos com alegações envolvendo o contrato EBC–OEI, que questionam o aumento do valor de contratos entre a Empresa Brasil de Comunicação e a Organização dos Estados Ibero-Americanos e procuram vincular o tema à primeira-dama Janja. O eixo de Negociações, metas e financiamento aparece com menor volume, mas registra menções a alguns avanços pontuais nas tratativas da conferência.
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IMPRENSA NACIONAL 🟢 Positivo 🟡 Neutro 🔴 Negativo
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A Marcha dos Povos pelo Clima seguiu repercutindo na imprensa. As publicações ressaltaram a força do ato e destacaram que ele funciona como uma forma de pressão sobre a conferência. Também enfatizaram os pedidos pelo fim do uso de petróleo e as críticas à exploração na Margem Equatorial.
Diversas matérias fizeram balanços da primeira semana da conferência. Na coluna de Miriam Leitão em O Globo, a jornalista avaliou que houve avanços relevantes, destacando tanto a estratégia adotada pelo presidente da COP, André Corrêa do Lago, que permitiu aprovar rapidamente a maior parte da agenda, quanto as declarações do governo sobre a necessidade de construir um mapa do caminho para reduzir a dependência de combustíveis fósseis.
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